Gato de Assange está em segurança, diz WikiLeaks


Advogados retiraram animal da embaixada do Equador em Londres em outubro; Assange foi preso na última quinta. O WikiLeaks informou neste fim de semana que o gato de estimação do ativista Julian Assange está "a salvo", após a prisão de Assange na embaixada equatoriana em Londres. Segundo a organização, Assange pediu que seus advogados resgatassem o gato em meados de outubro passado. O WikiLeaks disse esperar que eles se reencontrem em liberdade. De gravata e colarinho, o gato de Julian Assange, editor do WikiLeaks, aparece na janela da embaixada equatoriana em Londres Peter Nicholls/Reuters Prisão Assange foi detido na quinta-feira, após 7 anos asilado na embaixada para escapar de uma ordem de detenção britânica por acusações de estupro e agressão sexual na Suécia, que ele sempre negou. A denúncia por agressão sexual prescreveu em 2015. A justiça da Suécia arquivou as acusações no segundo caso em maio 2017, por falta de condições para avançar na investigação. O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, dentro de van da polícia que o levou ao Tribunal de Magistrados de Westminster, depois de ser preso em Londres nesta quinta (11). Hannah McKay/Reuters Mas, com o anúncio de sua detenção, a advogada da denunciante pediu a reabertura da investigação. O australiano de 47 anos foi detido também em relação a um pedido de extradição dos EUA, onde a justiça o acusa de ter ajudada a ex-analista de inteligência Chelsea Manning a obter uma senha de acesso a milhares de documentos sigilosos. Este pedido será analisado pela justiça britânica em 2 de maio. Se a Suécia solicitar sua extradição, "pediremos as mesmas garantias que já formulamos, que ( Assange) não seja enviado aos Estados Unidos", declarou Robinson. A advogada explicou que seu cliente buscou refúgio na embaixada do Equador ante a falta de tais garantias.
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