Senado dos EUA derruba declaração de emergência nacional de Trump


Foram 59 votos a favor e 41 contra a legislação, que já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados. Presidente prometeu que irá vetar a medida, mas veto deve ser bloqueado pelo Congresso. O líder do Partido Democrata no Senado, Chuck Schumer, fala com jornalistas após o Sendo rejeitar a declaração de emergência nacional do presidente Donald Trump, na quinta-feira (14) AP Photo/J. Scott Applewhite O Senado dos Estados Unidos se uniu à Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (14) ao aprovar uma legislação que desafia o presidente norte-americano, Donald Trump, derrubando a declaração de emergência nacional na fronteira sul feita por ele em 15 de fevereiro. O Senado votou por 59 a 41 votos para derrubar a emergência. Trump prometeu um veto à medida, instrumento que ainda não usou como presidente. Avalia-se que haja republicanos suficientes no Congresso para bloquear qualquer tentativa de derrubada do veto. Dois terços da Câmara e do Senado são necessários para reverter um veto presidencial. Declaração de emergência Uma emergência nacional daria a Trump a permissão para usar fundos federais sem aprovação do Congresso. O presidente queria verba para construir um muro na fronteira com o México, uma de suas principais promessas de campanha. Initial plugin text Entre dezembro e janeiro algumas agências federais dos EUA ficaram paralisadas, sem orçamento, por conta de um impasse entre os congressistas e o presidente sobre o financiamento para o muro. Foi a paralisação mais longa da história do país. No dia 25 de janeiro, Trump assinou um acordo para encerrar a paralisação temporariamente, até 15 de fevereiro, mas a questão da verba para o muro continuou em aberto. Na noite de 14 de janeiro, o Congresso dos EUA aprovou um novo projeto de lei de orçamento que, ratificado por Trump, evita uma nova paralisação parcial do governo. Trump queria incluir US$ 5,7 bilhões para a construção do muro fronteiriço na lei, mas os democratas, que têm maioria na Câmara dos Deputados, se recusaram, fazendo o mandatário optar pela declaração de emergência.
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