Se ligue nos links (9 de fevereiro)


Milhares protestam em agosto de 2017 contra a marcha pela ‘Liberdade de Expressão’, organizada por grupos de direita, em Boston, nos EUA. Stephanie Keith 1) Na Heterodox Academy e no Niskanen Center, Jeffrey A. Sachs analisa os últimos números sobre a liberdade de expressão nas universidades americanas e conclui que a crise de 2017 arrefeceu. 2) Na Foreign Policy, Shalom Lipner argumenta que a campanha de populistas contra o “Estado profundo” atinge funcionários públicos sérios que mantêm o governo em funcionamento e prejudica a democracia. A pré-candidata democrata à presidência dos EUA Elizabeth Warren presta juramento ao assumir ao cargo de senadora no início de janeiro Alex Edelman/ AFP 3) No FiveThirtyEight, Nate Silver analisa as possíveis coalizões de 17 pré-candidatos democratas à Presidência dos Estados Unidos. O governo do ditador Nicolás Maduro bloquou a ponte Tienditas, entre Cúcuta (Colômbia) e Ureña (Venezuela), na terça-feira (5/2), impedindo a entrada de auxílio humanitário no país Colombian Migration Office / AFP 4) No Estimulo, Francisco Olivares discute a importância dos militares para a resolução da crise na Venezuela. O presidente Jair Bolsonaro e o primeiro-ministro de Israel, Bibi Netanyahu, durante visita a uma sinagoga no Rio de Janeiro Fernando Frazão/Agência Brasil 5) Em editorial, o Jewish Voice contesta a versão oficial que tenta isentar o povo polonês de responsabilidade pelo extermínio de judeus no país durante a Segunda Guerra Mundial. O alemão The Local reproduz a declaração do primeiro-ministro da Polônia, para quem a responsabilidade cabe não aos nazistas, mas aos alemães. Em artigo publicado ano passado no New Statesman, Paul Mason decifra a tentativa do governo polonês de reescrever a história do Holocausto. No Forward, Batya Ungar-Sargon critica as instituições judaicas americanas por aplaudir a aproximação entre o premiê israelense, Bibi Netanyahu, e líderes da direita nacionalista como o presidente Jair Bolsonaro. O jornalista Glenn Greenwald, que revelou o caso Edward Snowden em 2013 Flavio Moraes/G1 6) Na Atlantic, Franklin Foer narra como a Rússia exportou princípios de uso do Estado para fins provados e de cleptocracia aos Estados Unidos. No Quillette, Ronald Radosh critica a visão simpática aos russos propagada pelo jornalista Glenn Greenwald. Militar brasileiro que integrava a Minustah, missão de paz da ONU no Haiti, entrega garrafas d'água para uma criança haitiana após o terremoto devastador ocorrido em janeiro de 2010 Jewel Sawad/AFP/Arquivo 7) Em artigo para a International Peacekeeping, Christoph Harig analisa como a missão de paz das Nações Unidas ao Haiti, comandada pelo Brasil, permitiu aos militares crescer politicamente. 8) No New York Times, Jaclyn Peiser descreve o progresso notável que a inteligência artificial trouxe para reportagens jornalísticas escritas automaticamente por computadores. O escritor americano Dan Mallory, autor do best-seller 'A mulher na janela' (Sextante) sob o pseudônimo A. J. Finn Divulgação 9) Na New Yorker, Ian Parker desmascara a mitomania compulsiva do escritor americano Dan Mallory, autor do best-seller A mulher na Janela. Arte/G1
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